Na última aula, solicitaram-nos o estudo do volume da edificação final da cadeira de maquetes: o conjunto da Fundação Iberê Camargo. Esse estudo deveria ser feito a partir de espuma floral, o qual modelaríamos para obter a harmonia necessária entre os componentes do volume.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
VISITAÇÃO À FUNDAÇÃO IBERÊ CAMARGO E AO JOCKEY CLUB DO RIO GRANDE DO SUL.
Na última sexta feira (14/09) fizemos a visitação a duas obras em Porto alegre, à Fundação Iberê Camargo, do Arquiteto Álvaro Siza, e o Hipódromo do Rio Grande do Sul (Hipódromo do Cristal), do Arquiteto Román Fresnedo Siri. Neste momento falarei sobre as três temáticas que trabalhamos em sala de aula e analizarei nas obras estas proposições: Cheios e vazios (tensões), Espaço e Luz e Sistemas Construtivos.
Primeiro fomos na Fundação Iberê Camargo, um espaço designado à exposições. Essa edificação está voltada para dentro; ou seja, a maioria dos seus detalhes construtivos mais interessantes, os jogos de sensações, e – provavelmente - todas as suas características exteriores se dão para obter algum resultado no interior (como é o caso dos “braços” que vemos do lado de fora, que nada mais são que corredores largos para vencer os grandes pés direitos dos andares e também a forma como é cortado o grande prisma que gerou a estrutura se dá para obter as curvas internas do edifício). Sendo assim, a sua volumetria é definida justamente para criar as sensações que o arquiteto quis aguçar nos visitantes.
Sendo originado de um grande prisma de base retangular, e cortado da maneira que foi, com seus braços fazendo mensão à sua forma original se visto em planta, vê-se que a tensão gerada na edificação independe da cor que foi utilizada e do número de aberturas, como janelas ( o que não pode ser muito explorado em museos devido à preservação das obras inseridas nele), mas sim na forma criada.
A mais interessante das questões que o arquiteto utilizou no edifício e que está sendo abordada aqui, foi a iluminação juntamente com o sistema construtivo. A utilização do sistema contrutivo como suporte à edificação e como divisor da iluminação artificial e dos espaços foi bastante utilizada pelo arquiteto, uma vez que a obra tem poucas aberturas para o exterior.
Alem da iluminação artificial, outra forma que o arquiteto viu de iluminar o ambiente foi por aberturas zenitais, fazendo-nos lembrar dos trabalhos feitos em aula.
Outra estratégia adotada pelo arquiteto foi o das aberturas para o exterior em locais que não são de exposições, os espaços de serviços do museo, como a cafeteria e o atelier. A impressão que me passou foi que cada janela era como se fosse um “quadro natural”, o que era ajudado pela cor branca das paredes, pela esquadria, pintada de branco, mas de um material diferente do cocreto, o qual deu uma sensação de ser a moldura do quadro.
A outra obra visitada foi o Hipódromo do Cristal, o qual, sendo avaliadas somente duas obras, pode-se dizer que é o oposto do Iberê. Totalmente envidraçado e voltado ao exterior, a diferenciação das obras é óbvia devido à função de cada uma.
A sua forma básica quadrangular não cria muita tensão ao primeiro momento, mas seu ritmo de brises e tirantes ao ser quebrado, por exemplo, pela entrada na edificação central, é bastante intensa, e também já serve para indicar a importância do volume em relação aos demais, danda a sensação ao visitante de “saber por onde entrar”. Outro artifício usado pelo arquiteto foi o uso da simetria. Todo o edifício é simétrico, seja externamente, seja internamente, o que é comum, sendo o espaço utilizado para o que ele foi construído.
O edifício não é nada sem a luz do dia e sem a luz artificial. Durante o dia, o volume permite uma visualização de toda a área, tanto a vista principal – a área da corrida – quanto aos lados e a parte de trás, permitindo uma boa paisagem aqueles que não estão lá somente para ver as corridas, pois também há um restaurante no local. Já durante à noite, o lugar, com uma iluminação intensa, destaca-se na paisagem, pois na área em que se insere só há o hipódromo construído e mais nenhum volume tão alto no entorno. Ele também é bastante afastado da avenida que lhe dá acesso, logo, surge como um marco no visual da zona Sul de Porto Alegre à noite.
Sua volumetria pode ser definida sem muitas incertezas: tratam-se de prismas de base retangular, praticamente três caixas de vidro com uma grande cobertura em balanço em cada uma delas. O grande destaque dessa estrutura é a cobertura, uma estrutura bastante pesada visualmente e que parece estar em completa harmonia com a caixa de vidro que a sustenta. Seus tirantes aparecem nos volumes criando ritmos e fazendo parte do visual externo da edificação, já seus grossos pilares ficam internalizados, sendo ocultados pelo direcionamento que a ausência de paredes causa nos expectadores da corridas.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
TRABALHO 5 - Sistemas Construtivos (Efeitos de Luz) (CONTINUAÇÃO)
Na etapa anterior do trabalho, a questão que mais foi discutida em sala de aula foi a da precisão e como iríamos "fazer" a estruturação do modelo, caso transportássemos ele para a realidade. Agora, nessa continuação, buscamos o melhoramento dos modelos e a resolução das duas questões.
Primeiro, como foi feita a estruturação das paredes e lajes em um sistema construtivo pré-moldado, o qual, no nosso modelo, devia ser de encaixe, uma vez que, se é pré-moldado, significa que a estrutura pode ser produzida em série e, no local onde será colocada, somente encaixar às outras partes da estrutura.
Outro detalhe que foi chamada atenção foi de que as lajes precisam ficar um pouco desniveladas das vigas para poder receber algumas possíveis camadas sobre ele, como por exemplo, de impermeabilização.
Após montar a estruturação, eu fiz a maquete com dois pavimentos, a fim de explorar o sistema contrutivo e seus benefícios.
Ao montar o modelo, levei em consideração as outras aulas, no quesito de explorar a tensão, os cheios e os vazios e aliar isso aos efeitos de luz.
Primeiro os efeitos produzidos no primeiro pavimento.
Agora no segundo.
A utilização da estrutura ajuda muito na realização de grandes modelos, tanto pela facilidade de encaixe, quanto pela facilidade de produção das peças. A partir desse tipo de construção, também pude perceber como é grande o número de peças utilizadas para construir um modelo desse tipo de sistema construtivo (pré-moldado); foram quase 100 peças para montar esse modelo, sem contar as paredes e lajes.
Primeiro, como foi feita a estruturação das paredes e lajes em um sistema construtivo pré-moldado, o qual, no nosso modelo, devia ser de encaixe, uma vez que, se é pré-moldado, significa que a estrutura pode ser produzida em série e, no local onde será colocada, somente encaixar às outras partes da estrutura.
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| Esquema de construção da estrutura de suporte das lajes. |
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| Esquema de construção da estrutura de suporte das paredes. |
Após montar a estruturação, eu fiz a maquete com dois pavimentos, a fim de explorar o sistema contrutivo e seus benefícios.
Ao montar o modelo, levei em consideração as outras aulas, no quesito de explorar a tensão, os cheios e os vazios e aliar isso aos efeitos de luz.
Primeiro os efeitos produzidos no primeiro pavimento.
Agora no segundo.
A utilização da estrutura ajuda muito na realização de grandes modelos, tanto pela facilidade de encaixe, quanto pela facilidade de produção das peças. A partir desse tipo de construção, também pude perceber como é grande o número de peças utilizadas para construir um modelo desse tipo de sistema construtivo (pré-moldado); foram quase 100 peças para montar esse modelo, sem contar as paredes e lajes.
sábado, 8 de outubro de 2011
Conclusão da Avaliação do EXERCÍCIO 4: Espaço, Corte e Luz
IMAGEM 1 - dentre os 8 cenários produzidos na primeita etapa do exercício, postar uma imagem mostrando apenas o croqui a partir do qual foi construída a maquete.
IMAGEM 2 - selecionar apenas uma foto da maquete que melhor represente o efeito cênico produzido a partir do croqui selecionado (IMAGEM 1).
IMAGEM 3 - desenho do(s) corte(s) (transversal e/ou longitudinal) para representar a localização das aberturas e áreas iluminadas e sombreadas conforme foto da maquete (IMAGEM 2).
IMAGEM 4 - imagem de uma obra arquitetônica com efeito semelhante ao efeito produzido na maquete.
IMAGEM 2 - selecionar apenas uma foto da maquete que melhor represente o efeito cênico produzido a partir do croqui selecionado (IMAGEM 1).
IMAGEM 3 - desenho do(s) corte(s) (transversal e/ou longitudinal) para representar a localização das aberturas e áreas iluminadas e sombreadas conforme foto da maquete (IMAGEM 2).
IMAGEM 4 - imagem de uma obra arquitetônica com efeito semelhante ao efeito produzido na maquete.
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| Edifício Cidade Nova (Ruy Rezende Arquitetura) |
domingo, 2 de outubro de 2011
TRABALHO 5 - Sistemas Construtivos (Efeitos de Luz)
O Trabalho 5 consiste em estudar os sistemas construtivos de uma edificação, ou seja, como eles se sustentam (vigas, pilares, lajes etc.). Nessa etapa trabalhamos com a estruturação do modelo e, sem esquecer dela e utilizando ela, fizemos a luz entrar no ambiente.
Primeiro, fiz o esquema de como ficaria a estrutura e depois as aberturas.
Como eu fiz a maquete perto do horário de meio dia, obtive o melhor resultado para as minhas aberturas, pois as "frestas" abertas na laje permitem pouca entrada de luz, o que é proposital, pois se fossem aberturas muito maiores não dariam o efeito esperado.
Agora, com a luz entrando...
Primeiro, fiz o esquema de como ficaria a estrutura e depois as aberturas.
Como eu fiz a maquete perto do horário de meio dia, obtive o melhor resultado para as minhas aberturas, pois as "frestas" abertas na laje permitem pouca entrada de luz, o que é proposital, pois se fossem aberturas muito maiores não dariam o efeito esperado.
Agora, com a luz entrando...
Alem de mostrar a diferença de escala que o ambiente sofre devido ao calunga, também utilizei o olho mágico, mostrando a terceira abertura de parede feita no modelo.
A partir desses modelos, pude perceber que a estrutura, alem de suportar toda a edificação, pode ser utilizada também para criar efeitos com a luz. Outra percepção foi que, caso não houvessem os pilares no meio do ambiente, o espaço já não seria o mesmo em relação aos efeitos. É como se os pilares fizessem parte do efeito criado pela luz.
sábado, 24 de setembro de 2011
TRABALHO 4 - Espaço, corte e luz (final).
Na última aula referente à utilização da caixa de sapato como ambiente para o estudo da luz, nos foram propostas três intervensões na caixa. A primeira seria mostrar um corte da caixa além do tradicional, fazer um corte transversal.

Na Vista Lateral Esquerda (V.L.E.) pode-se notar a existência da abertura existente rente ao chão do modelo, fazendo a conexão entre a parede e o piso "desaparecerem" quando ela é exposta à luz. Na outra vista, percebemos a abertura - também na parte inferior do modelo - que poderia ser entendida como uma janela. Ambas foram feitas com filtro colorido, proporcionando cor ao ambiente.
A segunda proposta tinha como objetivo nos fazer procurar arquitetos que tivessem usado os modelos que reproduzimos aqui, a fim de nos mostrar que é possível criar estes efeitos. Não achei uma imagem que fizesse jus ao meu modelo, porém achei uma que representa muito bem o efeito criado ao iluminar zenitalmente a escada (Edifício Cidade Nova - Ruy Rezende Arquitetura).
A primeira imagem mostra a abertura feito no plano superior para permitir a entrada da luz zenital. Logo abaixo, a escada que, iluminada pela luz, faz um círculo de sombra no chão. Efeito semelhante ao que realizei.
Na terceira, nos foi solicitado que escolhêcemos um colega para que ele examinasse nosso trabalho e determinasse quais pontos poderiam ser melhorados; e nós, quais pontos ele também poderia aprimorar.
O meu colega Ícaro determinou que o objetivo principal foi alcançado - o de dar destaque para um elemento no ambiente -, porém eu poderia criar mais efeitos no espaço, pois ele era bastante grande, então, poderia ser melhor utilizado. Além disso, determinou o que ele acharia interessante de fazer a mais, e sua sugestão foi que eu removesse um dos andares do meu modelo e o isolasse do resto, criando outro ambiente; também, que fizesse aberturas nas laterais - criar janelas nas paredes - e utilizasse filtros coloridos, a fim de criar mais efeitos nessa nova parte; e mais, aumentar a estrutura que tem por objetivo direcionar a luz para o centro do espaço da escada.
A primeira imagem mostra como era, e a próxima, como ficou, ambas com a luz zenital (enfoque na escada).
Abaixo, a fim de mostrar a ação dos filtros no novo espaço, os modelos mostram um exemplo de situação a qual a luz está inclinada - pode-se considerar uma situação de hora diferente da utilizada para mostrar a incidência da luz zenital.
Ao analizar as duas últimas imagens, percebesse uma diferença entre a entrada de luz nos dois casos. No primeiro, a luz entra no espaço através de uma abertura entre a parede e o piso do ambiente, destacando-os de si próprios (semelhante ao exercício feito com a caixa de sapatos anterior a este). Já no segundo caso, há uma abertura comum.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
REFEITO: TRABALHO 4 - Espaço, corte e luz
Refazendo o trabalho sobre a incidência de luz a partir de poucas aberturas criando efeitos variados, no primeiro momento não consegui entender a diferença entre o trabalho anteriormente requisitado, o qual também envolvia um espaço (a caixa de sapato) e aberturas a fim de criar efeitos... No entanto, agora pude entender que a luz pode ser utilizada para destacar algum elemento em nosso espaço, o qual, se não fosse iluminado, seria somente mais um elemento no ambiente.
Entendendo a problemática do exercício, destaquei uma escada em espiral de seu entorno a partir da entrada de luz zenital, a qual, em corte, cria algumas áreas de sombra. Primeiro a imagem e depois o corte fazendo a correspondência do espaço e as sombras criadas.
Também obtive uma imagem do espaço com um calunga de diferente tamanho para observar a modificação do espaço a partir de uma referência diferente da escala que seria a adequada. Outro ponto importante também é a diferença na entrada de luz desse espaço para o anterior. Nesse modelo, não focalizei a luz, o que a tornou muito dispersa no ambiente.
Após ter mostrado qual o elemento principal desse ambiente, fiz uma simulação do que seria um dia com o sol descrevendo o seu movimento aparente. Entende-se que a caixa está na posição Leste-Oeste na primeira movimentação do sol e Oeste-Leste na segunda movimentação; por fim, volta a destacar o elemento principal.
Tendo feito esse experimento, observei que o modelo seria bastante iluminado somente nas horas as quais o sol está quase a pino, destacando aos poucos o elemento que eu gostaria de destacar. Sendo assim, pode-se dizer que esse espaço faz jus ao seu propósito (destacar a escada), porém é mal iluminado.
Entendendo a problemática do exercício, destaquei uma escada em espiral de seu entorno a partir da entrada de luz zenital, a qual, em corte, cria algumas áreas de sombra. Primeiro a imagem e depois o corte fazendo a correspondência do espaço e as sombras criadas.
Também obtive uma imagem do espaço com um calunga de diferente tamanho para observar a modificação do espaço a partir de uma referência diferente da escala que seria a adequada. Outro ponto importante também é a diferença na entrada de luz desse espaço para o anterior. Nesse modelo, não focalizei a luz, o que a tornou muito dispersa no ambiente.
Após ter mostrado qual o elemento principal desse ambiente, fiz uma simulação do que seria um dia com o sol descrevendo o seu movimento aparente. Entende-se que a caixa está na posição Leste-Oeste na primeira movimentação do sol e Oeste-Leste na segunda movimentação; por fim, volta a destacar o elemento principal.
Tendo feito esse experimento, observei que o modelo seria bastante iluminado somente nas horas as quais o sol está quase a pino, destacando aos poucos o elemento que eu gostaria de destacar. Sendo assim, pode-se dizer que esse espaço faz jus ao seu propósito (destacar a escada), porém é mal iluminado.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
TRABALHO 4 - Espaço, corte e luz
Ainda com a caixa, nesta etapa de trabalho procuramos explorar a luz no espaço criado. No entanto, agora com mais planos que a etapa anterior, o qual incitou a nossa capacidade de imaginar os lugares como um ambiente com mais de um pavimento e, consequentemente, a intervenção que esse acréscimo faz em todo ambiente principalmente em relação à luz.
Sendo assim, inicio essa etapa mostrando os quatro cortes em formato paisagem e os quatro cortes em formato retrato e as sombras resultantes dos acréscimos de planos no ambiente.
Nota-se que o objeto de referência (calunga) e diferente em alguns dos modelos, justamente para mostrar a dimensão do espaço retratado.
No entanto, não consegui demonstrar muito bem onde se localizam as aberturas, logo, fiz os croquis das caixas, como elas ficariam se reproduzidas, a fim de mostrar exatamente onde estão cada uma das aberturas.
Após, selecionei dois modelos para representar na caixa: o número 2 do formato de paisagem e o número quatro do formato de retrato.
O primeiro modelo pode ser considerado uma sala, a qual o plano superior (segundo andar) é seccionado por um pilar decorativo, que passa com folga pelo plano pois a abertura está mais aberta que deveria, a fim de deixar entrar a luz, iluminando o pilar, destacando-o. O segundo modelo pode ser considerado a parte principal de um hotel, o qual tem seus planos (andares) dispostos de uma maneira que a luz zenital que entra na edificação vai sendo filtrada até formar um círculo de luz no "primeiro andar".
Sendo assim, inicio essa etapa mostrando os quatro cortes em formato paisagem e os quatro cortes em formato retrato e as sombras resultantes dos acréscimos de planos no ambiente.
No entanto, não consegui demonstrar muito bem onde se localizam as aberturas, logo, fiz os croquis das caixas, como elas ficariam se reproduzidas, a fim de mostrar exatamente onde estão cada uma das aberturas.
Após, selecionei dois modelos para representar na caixa: o número 2 do formato de paisagem e o número quatro do formato de retrato.
O primeiro modelo pode ser considerado uma sala, a qual o plano superior (segundo andar) é seccionado por um pilar decorativo, que passa com folga pelo plano pois a abertura está mais aberta que deveria, a fim de deixar entrar a luz, iluminando o pilar, destacando-o. O segundo modelo pode ser considerado a parte principal de um hotel, o qual tem seus planos (andares) dispostos de uma maneira que a luz zenital que entra na edificação vai sendo filtrada até formar um círculo de luz no "primeiro andar".
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